quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

As diferenças entre Primavera P6 Professional e Enterprise

Você sabe a diferença entre estes produtos da Oracle?

São dois produtos "parecidos, mas diferentes". Porém o preço é de pouca diferença.

A Oracle comercializa ambos, por atenderem necessidades específicas:

Primavera P6 Professional Project Management - PPM
Primavera P6 Enterprise Project Portfolio Management- EPPM

(Veja descrições completas de cada produto clicando nos links oficiais da Oracle).

O que é igual:
  • Ambos podem ser instalados e conectados em rede.
  • Mesmo conceito e maneira de trabalhar
O que é diferente:
  • No P6 Professional só possui interface Client Server (CS)
  • No P6 Professional se poderá trabalhar offline, stand alone, sem estar conectado em rede. Boa opção para quem estiver num projeto no meio do mato, onde não tenha internet.
  • No P6 Enterprise possui interface Web principalmente e também o Professional (Client Server), como opcional. 
  • No P6 Professional todos visualizam o menu Admin (mas só altera quem tiver perfil de administrador do P6).
  • No P6 Enterprise, quando se está na interface Client Server, não se visualiza o menu Admin, pois no Enterprise, todo o controle administrativo da ferramenta está na interface Web da solução. Além do menu Admin, algumas funcionalidades que eram do menu Enterprise, que afetam globalmente também foram exclusivamente para a interface Web, como EPS, OBS, Project Code...

 Compare também as diferenças entre o menu Enterprise que vem no Professional do Enterprise e o P6 Professional de fato:



Os itens que faltam na lista da esquerda não deixaram de existir! Continuam existindo, porém estão na interface Web do P6 Enterprise.


O Menu Enterprise na interface web:

Na figura acima para não ficar muito extensa, eu coloquei a continuação de cada barra de rolagem lado a lado, a fim de aproveitar melhor o espaço, mas na realizada é uma barra só, e cada um destes itens estão um abaixo do outro.

  • Isto quer dizer que você poderá ter seu perfil habilitado para utilizar com a mesma licença as interfaces client server e web, dependendo dos anseios de cada organização.
  • O P6 Professional é mais operacional.
  • O P6 Enterprise é mais gerencial.
  • Na escolha de quem tem perfil, é que se escolherá inclusive, quais usuários poderão utilizar qual interface. 
  • Na prática, geralmente nas organizações que temos implantado a solução, escolhem o P6 Enterprise por conter recursos mais gerenciais. Porém habilitam para utilizar geralmente a interface Client Server da solução (Professional) os planejadores, que trabalham mais operacionalmente,  no planejamento e controle das atividades. Os usuários mais gerenciais (PMO, administrador do Primavera, Diretoria) ficam habilitados também com a interface web, por ter mais funcionalidades que auxiliam no controle gerencial, como a visibilidade do portfolio de projetos da organização, vários Dashboards (painéis de controle gerenciais).
 
  • Geralmente, as organizações que optam pelo P6 Professional, ainda que em ambiente de rede, trabalham com informações mais operacionais.

Solicite uma avaliação se precisar de ajuda para escolher qual ferramenta Primavera P6 (Professional ou Web) melhor atenderá o seu negócio.
Abraços a todos leitores!


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Gestão de Riscos: Gerenciar Projetos e suas Incertezas

É importante analisar os mais variados cenários do projeto visualizando probabilidade de ocorrência de riscos ou oportunidades. Como utilizar os gráficos de Distribuição, Gráfico de Sensibilidade e Tornado, Dispersão, Curva S ? O que eles têm a nos dizer ? Como interpretar estes dados?

Desta vez quero apresentar mais um membro de minha equipe na Simplificar, o Marcel Teixeira, responsável pelos nossos treinamentos de Gestão de Riscos e autor deste artigo.
Joyce Silveira, PMP

Gerenciar Projetos e suas Incertezas

By Marcel Teixeira
Qual o valor de se analisar o desconhecido?
Nos tempos primórdios, o ser humano precisou vencer várias situações adversas e desconhecidas como: morte, ataques de predadores, fenômenos da natureza, escuridão e etc. Estas situações nos ensinaram a dar mais atenção frente ao que era desconhecido, pois isto ocasionaria uma maior probabilidade de sobrevivência.
Nos dias atuais, esta condição humana que associa o desconhecido a um risco, continua nos assolando, pois o desconhecido continua sendo algo “perigoso”.

Os projetos não fogem a regra, pois são processos únicos devidos os seus incertezas, exigindo do Gerente de Projetos um planejamento consistente, buscando transformar o desconhecido em um cenário analisável através de cálculos estatísticos e de probabilidade.
Para isto, atualmente dispomos de várias ferramentas, nas quais uma delas é o Risk Analysis onde se podem fazer Simulações com os eventos desconhecidos a fim de chegar a um conhecimento previsível do tamanho e tipo dos riscos relacionado ao projeto, e assim se proteger previamente de sua possível ocorrência.
Estamos promovendo nosso curso de Gerenciamento de Riscos com o Risk Analysis, no qual você aprende não só a utilizar esta ferramenta robusta, mas também como analisar as informações.
De nada adianta aprender apenas a "mexer na ferramenta".
Quero também mostrar um pouco do que a ferramenta pode te oferecer, que são várias funcionalidades, que auxiliam o Planejador, dentre elas estão:
Gráfico de Distribuição
O gráfico de distribuição é onde se analisam os mais variáveis cenários do projeto através de um histograma de probabilidade.




Como dito, com ele é possível analisar as mais variadas incertezas de um projeto. Seja de uma atividade específica, de um risco ou mesmo de todo cronograma.
 Gráfico de Tornado e Sensibilidade
Uma das mais importantes ferramentas de simulação é o Gráfico de Tornado, pois através de sua análise, é possível calcular a sensibilidade de cada atividade ou risco do projeto. Ou seja, o Gráfico Tornado exibirá como resultado final as atividades ou riscos em ordem de importância dentro do Projeto.
Distribution Analyser
Quando ações mitigadoras são executadas em um projeto a fim de reduzir a probabilidade ou impacto de um risco, o mesmo assume novos valores de custo e duração.
Muitas vezes, devido a sua complexidade, uma comparação entre o Cronograma pré-mitigado e pós-mitigado torna-se uma tarefa árdua e extensa.
Com o Distribution Analyser, é possível comparar estas diferentes fases do Projeto através da curva S.
Gráfico de Dispersão
Com o Gráfico de Dispersão é possível analisar a Correlação entre duas variáveis, isto é, se as mesmas variam juntas ou são interdependentes.
Como mostrado, o Risk Analysis oferece ferramentas que auxiliam o Gerente de Projeto a se prevenir de problemas que poderão ocorrer ao decorrer do projeto, munindo-o com informações cruciais para o sucesso do mesmo.


Marcel Teixeira
Analista de Projetos
Especialista em Riscos da Simplificar
31 2555 0039

domingo, 13 de outubro de 2013

Indicadores de Gerenciamento de Projetos e sua aplicabilidade no Primavera P6

Prezados leitores do Blog,

Já devem ter percebido que este blog não é mais somente da Joyce (antigo Blog da Joyce), mas já há algum tempo, é o blog da Simplificar, por considerar que a minha equipe é bem preparada para contribuir neste forum.

Por isto teremos por aqui  além de artigos técnicos, resenhas de livro, realizadas por pessoas da equipe da Simplificar.

Desta vez, quero apresentar a Kelly Oliveira, nossa Analista de Projetos Sênior, que tem trabalhado com a implantação do Primavera P6, tanto Professional (Client Server), como o Web.

Neste artigo, ela faz uma resenha de um livro e em seguida apresenta como estes indicadores podem ser trabalhados no Primavera P6.
Joyce Silveira

Resenha do Livro: "Indicadores de Gerenciamento de Projetos" de Armando Terribili Filho

Nova abordagem: Como os indicadores de Gerencimento de Projetos podem ser inseridos no Primavera P6.

Por: Kelly Oliveira
Primeiramente, estudei o livro do Armando Terribili, o qual considerei bastante objetivo. Fiz a resenha do livro e analisei a aplicabilidade dos conceitos no Primavera P6, que é o meu foco de análise.
Segue abaixo a minha visão, do que considerei mais importante:
INDICADOR

  • Conceito: Meio de Verificação. Um mostrador que indica como anda a evolução de uma atividade/processo/projeto baseado em parâmetros previamente definidos.
  • Definição: É definido na Fase de Planejamento
  • Deve permitir comparações históricas e estabelecer prognósticos

INDICADORES DE PROJETOS

•       1 – Satisfação do Patrocinador do Projeto (ISP)
•       2 – Planejamento e Efetividade da Comunicação (IPEC)
•       3 – Desempenho de Custos (CPI)
•       4 – Desempenho de Prazos (SPI)
•       5 – Gestão de Riscos (IGR)

MODELO DE COCKPIT


•       Os  indicadores devem possuir um formato de visualização rápido e fácil.

•       Um modelo sugerido é o padrão internacional autoexplicativo do cockpit

•       Sugestão de cores: verde, amarelo, vermelho e preto





Etapas para elaboração dos indicadores

•       1ª etapa – Elaboração do questionário para cada indicador
•       2ªetapa – Estabelecimento de grupos de questões, escalas de quantitativos, definição de pesos e definição de target(metas)
•       3ª etapa – Pesquisa
•       4ª etapa - Cálculo do indicador
•       5ª etapa – Elaboração dos indicadores e subindicadores
•       6ª  etapa – Análise dos resultados e avaliação causa-raiz

IPEC – Indicador de Planejamento da Efetividade da Comunicação

•       Plano de Comunicação
•       Reuniões de Progresso
•       Reuniões Executivas
•       Orientações à equipe
•       Avaliação de desempenho dos integrantes


ISP – Indicador de Satisfação do Patrocinador

•       Gerenciamento do escopo
•       Qualidade dos deliveries
•       Frequência na realização
•       Documentação nas reuniões de Progresso
•       Metodologia utilizada
•       Capacitação Profissional da equipe
SPI– Indicador de prazo
•       Prazo e datas da baseline
•       Prazo e datas de tendência do cronograma
Esses dois dados formam o SPI e o SV
                SPI – Schedule Performance Index
                SV – Schedule Variance
CPI – Indicador de Custos
•       PV – Valor planejado
•       AC – Valor incorrido
•       ETC – Estimado para completar
•       EAC – Total ao terminar
EV – Valor Agregado
Não tem associação com o custo incorrido e sim com o planejado.
Mostra se está gastando mais ou menos em relação ao trabalho realizado.
Cost Variance = EV – AC (CPI)
Ponto de equilíbrio
Usualmente o indicador de equilíbrio tanto para o SPI quanto para o CPI é 1.
SPI > igual a 1 = bom
SPI < que 1 = ruim
CPI > igual a 1 = bom
CPI < que 1 = ruim
O valores de tolerância são definidos em cada organização, determinando os limites inferiores e superiores permitidos
IGR – Indicador de Gestão de Riscos
•       Elaborar um questionário para avaliação da maturidade de gerenciamento de riscos
•       Definir as faixas de pontuação para
                     - maturidade em riscos
                     - semi-maturidade em riscos
                     - nenhuma maturidade em riscos
O questionário deve levar em consideração o plano de contingência e atualização periódica do plano de gestão de riscos.










No Primavera o SPI é um indicador nativo, dispensa qualquer outro cálculo.
O mesmo ocorre com o CPI. Mas para isso, os custos devem ser atribuídos ao
cronograma no Primavera.
O ISP, IPEC e IGR são variáveis qualitativas, envolvem montagem de formulários
de pesquisa.

 


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

1o Simposio Latinoamericano de Gestao de Custos

Em outubro teremos este evento imperdível!

Anote em sua agenda: São Paulo, dia 19/out (sábado).

O evento está sendo promovido pela AACE Brasil (Associação para Desenvolvimento da Engenharia de Custos).

Maiores informações para inscrição e valores: http://www.brasil-aacei.org/meetings.html

Veja os palestrantes:

sábado, 24 de agosto de 2013

Integre a Gestão de Custos Primavera X ERP com EcoSys!


 Apresenta:
 
Uma excelente solução para Gestão de Custos com integração bastante aderente ao Primavera, e melhor que tudo: validado pela Oracle Primavera!

 




Conheça melhor esta solução na gestão de custos de sua empresa! 

A Simplificar poderá auxiliar sua empresa com uma apresentação presencial ou remota sobre o produto e retirada de dúvidas ou até uma demo:


E-mail: contato@sosimplificar.com.br ou ligue: +55 31 2555 0039.

Fazemos também o processo de venda do licenciamento, e serviços de instalação, implantação ao nível do usuário e treinamentos.


EcoSys EPC é um produto que foi criado pelos desenvolvedores originais do Primavera P6. É bastante aderente à solução Primavera P6, conforme pode ser visto no próprio site da Oracle:



Conheço várias empresas que querem com seriedade melhorar o controle de seus projetos. Mas vejo que muito se perde, pois os controles estão em diversos locais, ou seja, o controle está totalmente DESCENTRALIZADO, como planilhas no excel, documentos word, Primavera P6, SAP, etc...

A informação contida nestes controles é extremamente necessária, mas como não estão integrados, geram muito RETRABALHO quando é necessário fazer um relatório que solicita estas informações de maneira integrada..
Por exemplo, estas empresas possuem o Primavera para fazer os cronogramas, e um ERP como o SAP, ou TOTVS para fazer a gestão de custos do projeto. Até aí, tudo bem... o problema é que como as informações ficam separadas em ferramentas diferentes, sem integração, conseguir fazer corretamente e com agilidade Análise de Valor Agregado e outras análises que integram informações como escopo, prazo e custo fica sendo uma tarefa árdua!

A solução é integrar softwares!

Assim, evitamos retrabalho e construímos um processo mais ágil.


Você pode criar uma interface que trabalha em um banco de dados onde são lançadas as informações e estas retornam de uma maneira mais gerencial. Porém isto demanda desenvolvimento, e dependendo do escopo, isto pode demorar bastante.
O EcoSys EPC é uma ferramenta pronta que já faz este trabalho, e o que temos em troca é grande capacidade de customização, e facilidade de uso.
É uma ferramenta para a gestão integrada dos custos do projeto, ajudando as organizações a reduzir os riscos do projeto, alinhando cronograma, orçamento e custo em um único aplicativo fácil de usar.
 


Conheça um pouco das funcionalidades do EcoSys EPC:

  • Visibilidade em tempo real em previsões, e despesas operacionais, com abertura de transações.
  • Confiança nos dados, eliminando planilhas eletrônicas, sistemas domésticos e processos manuais para orçamentação, tendências e relatórios.
  • Economia de tempo enorme, automatiznado a coleta de dados, que antes era feita manualmente, concentrando os recursos sobre o desempenho e as tendências apra fechamento.
  • Rápida assimilação do usuário através de um sistema fácil de usar, com uma interface muito familiar, configurado para coincidir com os processos de negócios do cliente.
  • Baixo custo total de propriedade através de uma plataforma web e capacidade do EPC para se adaptar às mudanças que são necessárias no tempo.
  • Faz a integração com o Primavera P6 e também com o Microsoft Project.
  • Com a integração de custos, você poderá fazer a Análise de Valor Agregado no Primavera P6 ou no próprio EcoSys EPC.
  • Facilita a análise através do uso de Painéis de Controle.
  • Simplificar o fechamento no final do mês e os relatórios de status do projeto. 
  • Fornece acesso baseado na Web a qualquer hora e em qualquer lugar.
  • Indicadores de alerta para identificar problemas de desempenho. Multi-usuário com acesso simultâneo.
  • Fácil de usar e manipular planilhas Excel, fornecendo padrões, como trilha de auditoria completa e controle rigoroso sobre as alterações nos dados históricos.
  • Implementação de software rápido através de configuração em vez de personalização ou complexo desenvolvimento sob medida.
  • Capacidade de modelar normas que respeitem os seus processos e terminologia.
  • Fácil personalização de relatórios, formulários e dashboards sem o envolvimento de TI
  • Fluxo de caixa projetado, tendências, compromissos e mudanças.
  • Relatórios projetados para usuários finais, executivos e stakeholders.
  • Versões de orçamento e previsões ilimitados, permitindo ver as tendências ao longo do tempo, bem como o planejamento de cenários.
  • Multi-moeda
  • Multi-idioma




COMPARE e veja como EcoSys é aderente ao Primavera P6:
 
 
Ambiente EcoSys

EcoSys EPC (Enterprise Planning & Controls) Version 6 EcoSys EPC (Empresa de Planejamento e Controle) Versão 6

Oracle Database,Enterprise Edition 11 g Release 11.2 Oracle Database Enterprise Edition 11 g de Lançamento 11.2

Oracle WebLogic Server 11 g Release 1.10.3.4 Oracle WebLogic Server 11 g de Lançamento 1.10.3.4

Oracle Environment
Ambiente Oracle Primavera

Oracle's Primavera P6 Enterprise Project Portfolio Management 8.2 Primavera P6 Enterprise Project Portfolio Management da Oracle 8.2

Oracle Database Enterprise Edition 11 g Release 11.2 Oracle Database Enterprise Edition 11 g de Lançamento 11.2

Oracle WebLogic Server 11 g Release 1.10.3.4 Oracle WebLogic Server 11 g de Lançamento 1.10.3.4

For additional information about partnering with Oracle, please contact OPBC-WW_WW@oracle.com or visit
 
Contate-nos para uma apresentação presencial ou remota e retirada de dúvidas:
E-mail: contato@sosimplificar.com.br ou ligue: +55 31 2555 0039.

Um abraço!

Joyce Silveira, PMP


 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Vamos Simplificar: Cópia ou Reflexo?




Existe um recurso no Primavera em que você não faz uma cópia do projeto, mas sim um reflexo do projeto!

Quando você se olha no espelho, você não vê uma cópia, mas sim um reflexo de si mesmo.
Isso é o que acontece com o projeto.

Fazer uma cópia de um projeto serve para várias coisas, como por exemplo:  guardar como um backup, servir de comparação no futuro com alguma outra cópia,  e também é possível guardar um cenário, uma situação congelada de um projeto.
A cópia funciona como um outro projeto, uma duplicação produzindo outro semelhante.

O Reflexo é diferente. Você vê sua imagem no espelho, mas o original é o que existe de fato.
Em relação ao Primavera, ele permite que você faça os dois, gere cópias do projeto e gere também um reflexo do projeto.
O Reflexo serve para você gerar uma “imagem” do projeto. Gera um outro projeto com o status What If (Simulação), o que pode ser evidenciado pelo símbolo de interrogação junto ao campo de ID do Projeto no diretório de Projetos. Além disso, o nome do projeto ganha a designação “Reflection” junto ao término do nome do projeto. Tudo isto para diferenciar o reflexo do projeto original.
O objetivo da criação do reflexo é poder simular neste “projeto imagem” outras  alternativas,  situações de análise, simulações.

Então o mais interessante do uso do reflexo é poder simular e se gostar da situação simulada você poderá mesclar o reflexo no projeto original e ainda poderá decidir o que quer fazer com o reflexo, apagar, guardar ou substituir.
É uma maneira muito melhor do que a cópia em simular, pois no caso da cópia, você teria que reproduzir a situação simulada no projeto original, ou abandonar o projeto original e tornar a cópia como sendo a situação oficial.

Por isto que o reflexo é uma excelente ferramenta no processo de simulação.
Para criar um reflexo você deverá selecionar o projeto que se deseja simular, selecione e clique com o botão direito do mouse sobre o mesmo e surgirá a opção Create Reflection, conforme demonstrado abaixo:

  Você poderá inclusive trazer no reflexo a baseline escolhida.

Em seguida abra o projeto Reflexo e trabalhe as informações necessárias para a sua simulação.


Se gostar do resultado da simulação, clique no Reflexo com o botão direito e escolha a opção de Merge into source Project.

Em seguida abrirá uma tela exibindo as alterações realizadas e você ainda poderá marcar o flag dizendo se quer manter esta alteração. Também poderá decidir se quer manter, substituir ou apagar o reflexo após mesclar. Logo após clicar no botão inferior direito da tela "Merge Changes", você retornará ao Diretório Projects.